Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Segunda-feira, 15 de Junho de 2009
Segunda-feira, 8 de Junho de 2009
Pathwork: Sobre escolhas, opções e responsabilidades
Será que esse tema é chato? Fiquei pensando e descobri que quando uma coisa é chata quer dizer que incomoda, e se incomoda é que deve ser vista para acabar com os tabus ou com os dogmas que existem sobre elas. Decid! i pegar o dicionário a fim de saber o que é chato e descobri que chato é algo sem relevo, liso, plano, sem elevação, rasteiro, maçante, sem elegância, vulgar, ou aquele inseto que fica nos pêlos pubianos que coça que é uma loucura... Pensei mais um pouquinho e vi que não é um tema “chato”, mas sim incômodo.
Sendo assim, tentarei decifar esse enigma para que todos possam pensar sobre o tema. Quando passei a ter escolhas em minha vida? Desde que me transformei em “Celso”, desde sempre, no mínimo, tenho duas opções. Sempre, nem que uma delas seja a de não optar. Isso me faz ser humano. Qualquer outro animal na terra está à mercê de seus instintos. Não consegue controlar o cio por exemplo, a raiva ou o medo, diferente de nós seres humanos.
O homem não só controla esses instintos como também os utiliza para fazer coisas construtivas ou destrutivas. Porém, mesmo fazendo coisas destrutivas não deixamos de ser seres humanos. Afinal antes de fazer, tivemos uma escolha: posso ! controlar meu instinto de raiva, medo, sexo e etc... e antes de fazer posso pensar. Pensando tenho em mente uma visão simbólica das conseqüências dos meus atos, ou seja, tenho o que um cavalo por exemplo não tem, ou um cachorro, por mais treinado que seja.
Assim como domesticamos os animais, podemos domesticar nossos instintos mais cruéis e profundos. No entanto, existe uma lei que reje isso: do mesmo modo que temos a luz, temos a sombra e somos seres humanos com luz e sombra. A cada dia que passa quando descubro coisas sobre minha sombra, quer dizer que pus luz sobre ela, impedindo assim grandes catástrofes.
Nunca podemos esquecer que por mais humanos que somos, continuamos sendo seres vivos. Na parte fisiológica, somos animais racionais mas também agimos por nossos instintos com muito mais periculosidade que os animais irracionais. Se isso fosse falso, não teríamos na nossa sociedade crimes sexuais, políticos, capitais e das mais diversas espécies e naturezas. Quand! o vemos mais de perto um a um, percebemos uma necessidade instintiva de fome, ciúmes, inveja, gula, avareza, arrogância, entre centenas de defeitos de caráter que nós seres humanos temos.
Nossas escolhas estão intimamente ligadas com questões relacionadas aos nossos defeitos de caráter? Sim, claro. Na maioria das vezes somos escravos de nossos desejos e nossos vícios, ou seja, das coisas que nos dão prazer. No entanto, essas escolhas que nem sempre são “boas”, não nos fazem sentir que temos opções, que somos livres para podermos escolher por qualquer coisa. Xiiiii... Esse com certeza deve ser o pior engano do ser humano: Olhar para a situação e não perceber que está preso aos seus desejos e vícios e “negar” veemêntemente que está fazendo ou vivendo tal coisa por causa de seus desejos.
Enquanto houver tempo, dá para se enganar!!
Sabemos que o ser humano agüenta dor, mas tem limites. Com a ajuda dos limites, somos forçados a mudar pois não existe dor eterna. Não ex! iste sofrimento que não passe. Não existe também prazer que uma hora não tenha fim. Pois o que não é a dor senão um sofrimento que saiu do controle, ou sofrimento transformado?
Aí entra nossa responsabilidade em reconhecer quando estamos “viciados”. Isso requer uma “dose” extra de auto-conhecimento e “dose” indesejada de sabedoria a fim de equilibrarmos nossa vida e nossos defeitos de caráter. Não somos “anjos”. Os chamados “seres iluminados” não podem escolher o “pecado”. Mas nós sim. Podemos escolher viver nos mais complicados ambientes da sociedade mas também podemos escolher os opostos, mais amenos...
Surge outra pergunta:
Quando estamos fazendo as escolhas certas??
Escolhas são “certas” quando estamos bem conosco, mesmos que estas não girem em torno de um tema qualquer. Existem vários temas que nos prendem em nossas escolhas: álcool, drogas, sexo, comidas, relacionamentos, trabalho, tabaco e etc etc etc ....
A vida no dia-a-dia nos dá a chance de per! ceber se nossas escolhas estão nos prendendo em um mundo de uma escolha só ou se estão nos tirando o poder de optar.
Devemos ficar atentos se nossas escolhas estão com falta de opções...
Abraços e beijos a todos e feliz 2006 com diversas opções de escolhas para todos nós.
Crédito: Celso Senise
Psicólogo Formado pela Universidade São Marcos, com Especialização em Psicoterapia Junguina, especialização em interpretação de sonhos pela teoria Junguiana, e cursos como Psicofarmacodependência na UNIAD, vasta expêriência com utilização de drogas e relacionamentos com usuários de diversas drogas. Dj há 7 anos, toca em raves, bares e boates de música eletrônica (Progressive e Black). Desenhista publicitário, trabalhou em agências publicitárias durante 25 anos, com especialização em logotipia, Cursos livres de desenho e pintura na FAAP, e Comunicação Visual na Escola Panamericana de Arte.
Psyte.com.br
Sábado, 6 de Junho de 2009
DVD`s Piratas e a impulsividade da nova geração.
Mesmo com a alta fiscalização nos grandes centros comerciais de São Paulo, o mercado ilegal de DVDs piratas continua presente. A possibilidade de comprar filmes inéditos no cinema por, no máximo, R$ 10 atrai boa parcela dos paulistanos. Mas se a baixa qualidade de som e imagem e o incentivo ao crime organizado não impediam a comercialização destas fitas, agora o consumidor tem um outro motivo para deixar de levar esses produtos para casa. Os supostos filmes inéditos vendidos pelos camelôs em grandes centros como a avenida Paulista e a 25 de Março são, na verdade, cópias de outros longas-metragens.
Na tarde desta quinta-feira, em uma banca montada na avenida Brigadeiro Luis Antonio, próximo à Paulista, era supostamente possível comprar três filmes piratas que ainda não chegaram ao cinema: Batman - O Cavaleiro das Trevas, O Grande Dave e Harry Potter e o Enigma do Príncipe, chamado pelo camelô de Harry Potter 6.
O vendedor, um homem de 32 anos que pediu para não ser identificado, não parecia se dar conta do que estava oferecendo. Testados em um DVD portátil na própria venda, as ofertas de Batman - O Cavaleiro das Trevas eram, na verdade, Batman Begins, primeiro filme do herói, lançado em 2005, ou o infantil Barbie e o Quebra-Nozes, de 2001.
A comédia de Eddie Murphy, O Grande Dave, lançada oficialmente nesta sexta-feira, vinha com o desenho Hello Kitty, ou com a comédia Norbit, estrelada pelo mesmo ator e exibida nos cinemas em 2006. No lugar de Harry Potter, o comprador levava um filme do Ursinho Pooh. O vendedor não soube explicar o equívoco. "Que eu saiba está certo. Devo ter trocado sem querer em casa", disse, oferecendo, em seguida, outros filmes copiados diretamente do DVD original, o que não teria "erro", segundo ele.
Outro camelô, na avenida Paulista, que também preferiu não ter seu nome divulgado, disse que todos os filmes pirateados chegam de um "distribuidor", no centro da cidade. "A gente compra tudo com ele, nem sei mexer no computador. Se você for em qualquer venda vai ver que todo mundo tem a mesma coisa", observou. "O DVD já vem com a capa e com as descrições. Nunca nenhum comprador veio reclamar dos meus filmes."
Enganar os compradores nas vendas de mercado ilegal, porém, não é muita novidade. Em outubro do ano passado, piratas da capital paulista pegaram carona no sucesso de Tropa de Elite e passaram a vender seqüências falsas do filme, usando documentários sobre o tráfico nas favelas do Rio de Janeiro.
Redação TerraNão é apenas a venda de DVD`s piratas que atrapalham o desenvolvimento e o desenrolar da industria. As investidas dos Produtores são completamente sem fundamentos cabiveis aos próprios valores, e consequentemente ao cliente (Mais uma vez o cliente é prejudicado pelo que esta pagando, e os verdadeiros criminosos continuam livres) que esta buscando por suas preferências no mercado aberto, porem fora de ordem. A industria deve estar perdida pela má criação de seus filhos. Falindo em suas próprias consequencias. Querem dinheiro deles, mas não querem arcar com as responsabilidades e com os prejuízos que causaram. O pagamento de um produto é prática de lei., mas a responsabilidade social é o valor do produto, e as consequencias das faltas da industria, que é muito maior é indenização da industria.
Torquato, Blog
Tolos!
Na verdade existe informação por quem não tem que ter tal tipo de informação, responsabilidades em lugares errados. Este é o Brasil e o seu governo. Dando opinião onde não lhe cabe a história e distribuindo responsabilidade a quem não tem responsabilidade. Esta é a nossa cultura.
Se for contar o quanto eu já perdi em dinheiro e especie não dá nem pra acreditar. Mas sou fiel aos meus principios, quanto aos outros, só o futuro dira. Isso se a concretização dos fatores ainda forem para a vida. Porque isso se esvaiu a muito tempo em futilidades e imagem (Tipos de ego).
Eu já cansei de me repetir sobre isso. O que parece não fazer diferença, pois a facilidade de criar um web site dentro de um dos já encorporados web Blogs e comunidades de Relacionamento é tanta, que as verdadeiras informações passam ignoradas, dando vazão ao que tem mais dinheiro porem nem sempre a cultura certa. Claro que o certo sempre encontra o seu espaço, mas seria este o meio certo para proceder com a civilização?
Quando se fala de massa e quantidade cabivel, sim é possivel, mas falando de civilização, não para a cultura não.
Nos dias de hoje onde a piratária é estendida e praticamente livre por espontaniedade e diversão, a própria industria escolhe se abre ou não as suas portas. Minha opnião quanto a pirataria é muito clara e difundada quanto ao comércio. Faça o que tú pode.
Ex.:
Comprei um CD (DVD) Original 1942 - A conquista do Paraiso - que fala da descoberta oficial do continente por cristovão colombo (Um Português) que foi contratado pela Espanha e pago por ingleses e persegudio por Franceses. Todo o desenrolar de uma história.
O CD (DVD) Tem apenas a Legenda em Português e a linguagem original em Inglês.
O que demonstra que os distribuidores estão testando quem paga para ver sua opinião quanto a isso. Crime, por fazerem tal teste e crime por distribuirem uma cópia em território Americano onde só a legenda em Português esta incluida. As dublagens em português, Espanhol e Frances são parte da história e do valor literal deste filme.
Não é a primeira vez que vejo ações deste tipo, deixei para definir em outro momento. Enfim. Tolos!
Nem todos cumprem com a Industria, mas até que ponto a industria tem o direito de manipular o que é certificado posteriormente por lei?









